Educação

Publicado em 09/06/16 às 14:23 | Atualizado em 09/06/16 às 15:08

Orquestra internacional traz turnê para o Centro de Educação Musical de Olinda (CEMO)

É nesta sexta-feira (10), às 14h30, que estudantes de Música e o público em geral poderão apreciar o concerto da Luther Jazz Orchestra (Iowa/USA). A entrada é gratuita

Por Clara Albuquerque

Foto: Luther College Jazz/Divulgação

Foto: Luther College Jazz/Divulgação

O Centro Musical de Educação de Olinda (CEMO) recebe, nesta sexta-feira (10) o Projeto Notas de Passagem, com a Luther Jazz Orchestra (Iowa/USA). Em sua turnê pelo Brasil, o CEMO foi escolhido como um dos dois únicos lugares a receber o projeto em Pernambuco.

O evento inicia às 14h30, no CEMO, que fica na Avenida Pan Nordestina, no bairro de Salgadinho, com a abertura da Banda Sinfônica do Centro. A entrada é gratuita. “Para nós é uma honra e grande satisfação receber este projeto renomado internacionalmente. Será uma ótima oportunidade para os estudantes de Música do estado e para o público em geral, que poderá apreciar música de altíssima qualidade, ao vivo”, disse a diretora do CEMO, Anaide da Paz.

Após o concerto no CEMO, a Luther Jazz Orchestra segue com o Projeto Notas de Passagem para o Paço do Frevo, no dia 12 de junho, às 17h.

O Projeto – coordenado pelo maestro e compositor Eduardo Lakschevitz, está realizando turnê em quatro estados brasileiros. A Luther College Jazz Orchestra (Iowa/USA) é regida pelo maestro Juan Tony Guzmán e fará uma série de apresentações gratuitas no Rio de Janeiro, Natal e Cruzeta (RN), João Pessoa (PB), Recife (PE) e Campina Grande (PB). É a terceira vez que o grupo vem ao Brasil, sempre com grande sucesso, e a primeira no Nordeste. O objetivo é trocar experiências e aprender um pouco da música americana. A programação é diversificada e o repertório vai desde dixieland jazz até o jazz contemporâneo, passando pela era das big bands, além de incursões pela música brasileira.

O Projeto Notas de Passagem já trouxe ao Brasil, em 15 anos, artistas de vários países, como Estados Unidos, Europa, Ásia e América Central. “Vieram coros, bandas, orquestras, grupos pequenos e maiores, grupos de estudantes e de observadores da música brasileira”, disse Lakschevitz. A ideia é dividir a música, cantar, tocar e também aprender um pouco da música brasileira. “Isso já gerou experiências maravilhosas que podemos ter como músico, ver as possibilidades de grupos de pessoas que não falam a mesma língua poderem estar dentro do mesmo ambiente e de uma mesma atmosfera, através da produção do som que eles fazem”. Desta vez, a turnê vai promover encontros com bandas do interior, de universidades públicas e manifestações artísticas, como oficina de samba, de dança e de frevo. “Além dos compositores locais que terão suas peças interpretadas pela banda”, finalizou Lakschevitz.

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