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Publicado em 12/04/17 às 14:17 | Atualizado em 12/04/17 às 14:19

Prefeito de Olinda enquadra educadores no Piso Nacional do Professor

Além do aumento de 7,64%, o gestor vai equiparar o salário de 101 professores que estavam com defasagem

Por alexandrecavalcanti

Os educadores da rede municipal de Olinda conquistaram um reajuste salarial de 7,64%. O percentual foi concedido pelo prefeito Professor Lupércio, depois de uma reunião com uma comissão do sindicato da categoria (SINPMOL). A elevação coloca a Marim dos Caetés entre as cidades que cumprem a aplicação do Piso Nacional do Professor – recomendado pelo Ministério da Educação (MEC). A majoração do salário entra em vigor a partir desse mês de abril. O encontro contou ainda com a participação do secretário de Educação, Paulo Roberto Souza, e do secretário executivo de Administração, Jailson Silva.

Fotos: Marcos Oliveira/ Prefeitura de Olinda

Além do anúncio do percentual de aumento, a Prefeitura vai equiparar o salário de 101 docentes da rede que ganhavam abaixo do piso e vai repor defasagem, retroativo ao mês de janeiro deste ano. O Projeto de Lei será enviado em regime de urgência à Câmara Municipal de Vereadores para que seja votado e, em seguida, sancionado pelo prefeito.

Professor Lupércio também se comprometeu em manter o diálogo com o sindicato para atender outras reivindicações levantadas em pauta, como a implantação do Estatuto do Magistério e a melhoria das escolas. “Isso não representa o fim do diálogo. A partir daqui, vamos avançar as conversas com os profissionais da Educação de Olinda para podermos melhorar as condições de trabalho e valorizar o ensino na cidade”, afirmou.

Apenas este ano será investido R$ 1,5 milhão em reformas nas escolas da Rede Municipal de Ensino. O município conta com mais de 1400 professores efetivos no quadro, além de pouco mais de 280 contratados. O último aumento concedido à categoria foi em 2015.  “Nesse primeiro momento saímos daqui satisfeitos não só pelo anúncio do aumento, mas por saber que a gestão está disposta a manter negociação com a classe”, revelou Alécio Leudo, diretor do SINPMOL.