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Em Olinda, tratamento de hanseníase sofre poucas alterações durante pandemia

Todas as unidades continuam tratando. Casos mais complexos são encaminhados para a Barros Barreto

Publicado por: Redação da Secom, em: 14/05/20 às 18:20
Durante a pandemia do Novo Coronavírus, em Olinda, houve priorização nos atendimentos quando o assunto é o combate à hanseníase. Porém, todas as unidades continuam tratando seus pacientes, fazendo a dose supervisionada e alta na conclusão do tratamento. Os casos mais complexos, como as reações hansênicas, são encaminhados para a Policlínica Barros Barreto, referência municipal para a doença. O atendimento por demanda espontâneas acontece todas as sextas, a partir das 8h.
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A hanseníase é uma doença crônica infecciosa, de notificação compulsória, que pode deixar sequelas se não for devidamente tratada. De acordo com a coordenadora de Hanseníase de Olinda, Deisiane Karla Carvalho, é essencial que o tratamento seja feito com doses diárias e uma dose supervisionada por um profissional de saúde uma vez por mês, quando o paciente retorna à unidade para buscar sua medicação, entregue a cada mês.
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“A hanseníase tem tratamento de seis meses para os casos paucibacilares e de 12 meses para os multibacilares. O maior risco é a disseminação da doença e suas sequelas causadas principalmente por sucessivos abandonos do tratamento”, disse Carvalho.
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Sintomas, de acordo com Deisiane Carvalho
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– Manchas claras ou vermelhas na pele com diminuição ou não da sensibilidade;
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– Dormência e fraqueza nas mãos e nos pés;
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– As pessoas podem ter
dores locais: nas articulações, no pé ou nos olhos
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Na pele: bolha, erupções, nódulos, pequena saliência, perda de cor, vermelhidão ou úlceras
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Sensorial: formigamento, redução na sensação de tato ou perda da sensação de temperatura
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– Também é comum: deformidade física, irritação nos olhos, lesões nos nervos, perda de peso ou dificuldade em levantar o pé.
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“Por ser um diagnóstico clínico, é de extrema importância procurar um profissional médico e iniciar o tratamento o mais rápido possível”, concluiu a coordenadora.
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