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Escolas municipais realizam I Festival de Xadrez de Olinda

Iniciativa visa difundir a prática do xadrez e mostrar que ele é uma poderosa ferramenta no processo pedagógico

Publicado por: Secom, em: 06/10/10 às 16:27
Cerca de 200 alunos de 10 escolas municipais participam do festival. Foto: Paulo Ferraz

Cerca de 200 alunos de 10 escolas municipais participam do festival. Foto: Paulo Ferraz

Um dia só para ativar o raciocínio. Estudantes das escolas públicas municipais reúnem-se na próxima sexta-feira (08) no I Festival de Xadrez das escolas da rede municipal de ensino, que acontece na Biblioteca Pública, na Av. Liberdade 100, Carmo, de 8h às 11h e de 14h às 17h.  O evento é aberto ao público e está repleto de atividades voltadas para o jogo, como exposição de tabuleiro temático, explanação sobre sua história, competições virtuais, competições entre escolas, oficina de confecção de peças e xadrez humano.

Participam do Festival cerca de 200 alunos de 10 escolas municipais envolvidas no Projeto Xadrez Itinerante, desenvolvido pela divisão de Educação Física, da Secretaria de Educação de Olinda. De acordo com o chefe da divisão de Educação Física, Pedro Ricardo, além de expor o resultado do projeto, o Festival tem como objetivo difundir a prática do xadrez e mostrar que ele é uma poderosa ferramenta no processo pedagógico, ativando a concentração, a percepção e o raciocínio lógico.

O Xadrez Itinerante é originalmente um projeto interdisciplinar do professor de Educação Física, Pedro Botelho, implantado na Escola municipal Maria da Glória Advíncula. A Divisão de Educação Física tornou a proposta itinerante e já visitou mais de 15 escolas da rede, beneficiando um total de mais de 1.500 crianças com acesso direto às atividades.

O projeto trabalha o xadrez em várias disciplinas com criatividade e embasamento pedagógico, entre elas a Geografia, História, Ciências, Artes, Língua Portuguesa, Matemática, Cidadania, Ética e Valores. A abordagem para introduzir o xadrez pode variar conforme a série e a disciplina, com contação de histórias, recolhimento de material reciclável, expressão corporal, entre outras.

Dentro do projeto o professor desenvolveu métodos e buscou formas para superar a dificuldade de espaço, técnicas para confecção com material alternativo e criou uma cadeia de multiplicadores que está expandindo o jogo para além dos muros da escola, no entorno da comunidade. “Um dos pontos positivos tem sido o melhoramento do rendimento escolar, principalmente entre alunos portadores de dificuldades de aprendizagem”, ressalta Pedro Ricardo.

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