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Exibição de documentário e roda de diálogos destacam os 12 anos da Lei Maria da Penha

O Cine Mulher é um momento de reflexão sobre as conquistas e desafios

Publicado por: Redação da Secom, em: 30/08/18 às 19:48
Um momento para que elas tirassem dúvidas, trocassem experiências, ouvissem e, sobretudo, falassem. Se sentissem ainda mais cuidadas pelo Centro Especializado de Atendimento à Mulher Márcia Dangremon, da Prefeitura de Olinda. Esses foram os objetivos concluídos pelo Cine Mulher nesta quinta-feira (30.08), realizado especialmente pelos 12 anos da Lei Maria da Penha.
A Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos de Olinda foi responsável pela programação, que contou, além da exibição de um documentário sobre a Lei, com roda de diálogos, integrando mulheres que são atendidas pelo Centro.
A advogada  do  Centro Especializado de Atendimento, Erica de Oliveira, pontuou que o “princípio de todas as violências é a psicológica” e por isso é importante que as mulheres não esperem para denunciar.
Podem fazer de várias formas: Central de Atendimento à Mulher,  ligando no 180; pelo 190 da Polícia Militar; também indo para qualquer delegacia. Neste caso, ela orienta que a mulher procure primeiro o Centro, para que receba todos os apoios necessários. O Centro Especializado de Atendimento à Mulher Márcia Dangremon fica na Rua Maria Ramos, 131, Bairro Novo, Olinda.
O secretário  de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos, Odin Neves, acompanhou o evento. “Aqui em Olinda as mulheres representam 54% da população e o prefeito, Professor Lupércio, tem esse tipo de cuidado como prioridade. O Cine Mulher é um momento de reflexão sobre as conquistas e desafios, de conhecimento sobre a legislação e os direitos”, afirmou o gestor.
Ele estava acompanhado pela secretária executiva de Direitos Humanos e da Mulher de Olinda, Verônica Brayner. “Mesmo a mulher que não está sofrendo violência precisa conhecer a Lei Maria da Penha para ajudar outras que estão passando por isso. Conhecimento é fundamental”, concluiu Verônica.

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