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Filariose é combatida nas escolas de Olinda

Equipes da Secretaria de Saúde visitam escolas municipais e particulares da cidade, a fim de combater a doença. Desde 2011, Olinda não tem nenhum caso registrado de filariose

Publicado por: adminolinda, em: 02/10/14 às 12:02
Combate à filariose nas escolas municipais. Foto: Tiago Peixoto/Pref.Olinda

Foto: Tiago Peixoto/Pref.Olinda

“Desde 2011 Olinda não tem nenhum caso registrado de filariose. É importante fazermos esse controle para garantir que a doença seja erradicada do município”, explica Juliana Nogueira, supervisora de coleta do Centro de Vigilância Ambiental (Cevao) da Secretaria de Saúde sobre a realização da Pesquisa de Avaliação da Interrupção da Transmissão da Filariose nas Escolas – TAS Filariose nas escolas da cidade.

Desde o dia 08 de setembro até 24 de outubro, equipes da Cevao estão indo a colégios municipais e particulares dos bairros de Alto do Sol Nascente, Alto da Conquista, Alto da Bondade, Passarinho, Caixa d’Água, Águas Compridas, Peixinhos, Sítio Novo e Salgadinho e estão realizando o exame Imuno Cromatográfico Teste (ICT) nos alunos para verificar se ainda existem casos da doença em Olinda. O resultado do exame fica pronto em 10 minutos.

“Nossa meta é realizar o exame em mil alunos de 50 escolas dos bairros, que compreendem as áreas de saúde 1 e 2 da cidade”, esclarece Juliana. Desde o ano de 2005 o município de Olinda instituiu o tratamento em massa da população, nos bairros que tivessem a prevalência de infecção da doença maior que 1%, com o objetivo de interromper o seu ciclo de transmissão.

Filariose Linfática

Doença parasitária transmitida pela “muriçoca”, é considerada endêmica no Brasil apenas em Pernambuco, nos municípios de Paulista, Olinda, Recife e Jaboatão dos Guararapes. Desde o ano de 2005, o município de Olinda instituiu o tratamento em massa da população nos bairros que tivessem a prevalência de infecção da doença maior que 1% com o objetivo de interromper o ciclo de transmissão da doença.

Passados cerca de nove anos após o inicio do tratamento, seguindo recomendações do protocolo da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 2011, Transmission Assement Surveys (TAS), é preciso avaliar os bairros com mais de cinco anos de tratamento para verificar a eliminação da transmissão da filariose.

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