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Olinda inaugura novas instalações da Escola Municipal Gregório Bezerra

O evento ocorrerá no dia 25 de setembro às 9h na comunidade de Ilha de Santana, em Jardim Atlântico. A escola foi ampliada e conta com dez salas amplas, biblioteca e sala de informática

Publicado por: Secretaria de Comunicação, em: 23/09/15 às 18:57

Inauguração das novas instalações da Escola Gregório Bezerra. Foto: Diego Galba/Pref.OlindaNa próxima sexta-feira (25) os alunos da Escola Municipal Gregório Bezerra, da comunidade de Ilha de Santana, em Jardim Atlântico, estarão em festa. É que nesta data serão inauguradas as novas instalações da unidade, que foi ampliada e agora passa a contar com dez salas amplas, biblioteca e sala de informática.  A solenidade de inauguração acontece no local, a partir das 9h.

De acordo com o secretário de educação de Olinda, André Cândido, a inauguração é um excelente ganho para a comunidade. “Uma escola dessas dimensões garante uma boa quantidade de matrículas de aluno por sala. Depois da reforma, a Escola Gregório Bezerra conseguirá dobrar a oferta de matrículas para o ano de 2016, proporcionando uma maior quantidade de vagas para os alunos residentes na comunidade”.

A intervenção é fruto de um convênio da Secretaria de Educação de Olinda com o Governo Federal, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação. As novas instalações beneficiam alunos nas modalidades da Educação Infantil, Ensino Fundamental e  Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Gregório Bezerra – Nascido em Panelas, Pernambuco, em 13 de março de 1900, Gregório Bezerra foi trabalhador rural desde os 04 anos de idade. Foi analfabeto até os 25 anos, mas começou a se interessar pela política ainda jovem. Participou de manifestações em apoio à Revolução Bolchevique e das primeiras ondas de greve geral por direitos trabalhistas no Brasil. Também foi sargento do Exército e líder camponês.

Como dirigente da Aliança Nacional Libertadora (ANL), foi preso durante o Estado Novo. Após a redemocratização, tornou-se o segundo deputado federal mais votado em Pernambuco na época da Assembléia Constituinte de 1946, pelo Partido Comunista do Brasil (PCB). Em 1948, o comunismo volta à ilegalidade e Gregório teve seu mandado cassado.

Preso em 1964 após a ditadura militar, foi exilado em 1969, só retornando ao Brasil em 1979 com a anistia política. De seus 83 anos de vida, 23 foram passados na cadeia, nove na clandestinidade e nove no exílio. Escreveu sozinho e à mão a autobiografia “Memórias”.

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