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Olinda realiza formação para o combate ao racismo em sala de aula

O projeto de formação, realizado pela Divisão da Educação Etnicorracial da Secretaria de Educação do município, teve o objetivo de conscientizar os formadores do município acerca da temática

Publicado por: adminolinda, em: 28/11/14 às 17:25
Foto: Tiago Peixoto/Pref.Olinda

Foto: Tiago Peixoto/Pref.Olinda

Nessa quinta-feira (27), aconteceu o último encontro do Programa de Formação Etnicorracial da Prefeitura de Olinda. Professore e gestores das escolas municipais participaram da capacitação. Com o nome de “Identidade: Um passo para a cidadania”, o projeto de formação, realizado pela Secretaria de Educação do município, através de sua Divisão em Educação Etnicorracial, tem o objetivo de conscientizar os formadores do município acerca da temática.

No programa, aconteceram quatro encontros de formação, entre julho e novembro com os temas: “Diversidade etnicorracial e racismo institucional”, “LGBT no cotidiano escolar: Ser diferente não é ser desigual”, “Diversidade etnicorracial nas escolas” e “Movimentos sociais no combate ao racismo: Etnia, raça e cotas”. No encontro final, foi feito seminário abordando a importância das leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que tratam da importância da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena, respectivamente, no currículo escolar.

“São temas presentes e atuais no cotidiano da sociedade atual e temos aplicado formações para os professores, diretores, vice-diretores da rede do município para que possam fazer o enfrentamento ao racismo, a discriminação e o preconceito dentro das unidades escolares aqui de Olinda”, declarou Moisés Machado, chefe da Divisão em Educação Etnicorracial da cidade sobre o Programa de Formação.

Representantes do Ministério Público estadual (MPPE) e da Universidade Federal de Pernambuco participaram do seminário. A procuradora do MPPE e ativista nas causas raciais Maria Bernadete falou durante o encerramento. “Precisamos desconstruir o mito da democracia racial para não camuflarmos o preconceito e o encarando, e buscar meios de combatê-lo”, afirmou.

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