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Paisagismo de Olinda faz manejo para prevenir quedas de árvores nas chuvas

População pode acionar, sem custo, o órgão competente para sanar problemas com a vegetação

Publicado por: Marcílio Albuquerque, em: 20/06/19 às 11:46

Em Olinda, a arborização da cidade é um dos fatores que proporcionam mais qualidade de vida para a população. No entanto, a poda das árvores e o devido controle da vegetação é um fator que deve ser observado com máxima atenção, sempre de olho na segurança. A Prefeitura da cidade realiza, durante todo o ano, um trabalho de manutenção preventiva, que além de tratá-las e mantê-las bem cuidadas, evita transtornos e acidentes. No período chuvoso, esta execução é intensificada, com o enfoque nas áreas de morro e pontos de risco.

A poda é um procedimento que pode controlar o tamanho, o formato e a apresentação das plantas cultivadas. É importante que seja executada por um profissional capacitado. As equipes da Defesa Civil de Olinda realizam o procedimento em todos os bairros do município, sem gerar nenhum custo para os moradores, bastando apenas o acionamento. A poda também traz benefícios para a aparência das árvores, além de ajudar a mantê-las crescendo de forma ordenada.

Em alguns casos, quando as árvores oferecem risco, faz-se necessária a erradicação, evitando deslizamentos e movimentações do solo, além de conflitos com a rede de energia elétrica. De acordo com o diretor de Paisagismo de Olinda, Irapoan Muniz, dentre os grandes causadores dos problemas está a presença de vegetação nas encostas. “A bananeira é uma das principais espécies que devem ser eliminadas dessas áreas, pois, as raízes são pequenas e não se fixam no solo encharcado”, explica.

Dentre as árvores que não podem ser plantadas em morros e encostas, já que acumulam água no solo, estão: mamão, jambo, coco, fruta-pão, jaca, dentre outras árvores de grande porte. As equipes da Prefeitura de Olinda também observam o cenário de acordo com a necessidade, verificando quando se faz necessária a supressão ou apenas o controle das copas, por exemplo. Vale ressaltar que a poda excessiva ou drástica de arborização pública ou de árvores em propriedade de particular, que afete significativamente o desenvolvimento natural é vetada pela legislação, podendo configurar crime ambiental.

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Texto: Marcílio Albuquerque / Fotos: Ana Alencar

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