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Saúde de Olinda em favor da luta Antimanicomial

O objetivo é estimular o protagonismo de todas as pessoas com sofrimento mental

Publicado por: Redação da Secom, em: 29/03/19 às 16:57
Por: Sandro Barros / PMO

Profissionais da saúde mental de Olinda se encontraram nesta sexta-feira (29.03), no Centro de Atenção Psicossocial em Álcool e outras Drogas (CAPS-AD), no Bairro Novo. Na ocasião foi lançado o tema “Todos pela Inclusão”, com um abraço coletivo dos profissionais envolvidos. O objetivo é estimular o protagonismo de todas as pessoas com sofrimento mental, dentro de todos os espaços sociais: na família, na escola, no trabalho. A cada dia se faz necessário afirmar e aceitar que “somos todos desiguais”.

Assistentes sociais, psicólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem que aderiram ao “Todos pela Inclusão”, atuam como multiplicadores da inclusão. O grupo realiza capacitações para outros profissionais da rede de saúde de Olinda, atuando em todas as dez Regiões Político-Administrativas (RPAs) do município.

Abraço coletivo dos profissionais da Saúde Mental de Olinda no lançamento do tema “Todos pela Inclusão”. Foto: Divulgação / Secretaria de Saúde

Estão previstas, até o dia 18 de maio, Dia Nacional da Luta Antimanicomial, ações de sensibilização e mobilização na rede de saúde mental de Olinda, envolvendo: os CAPS; o Programa de Saúde na Escola (PSE) e as Unidades de Saúde da Família (USFs).

“As pessoas com sofrimentos mentais são invisibilizadas. A luta é necessária, e aqueles que acreditam num mundo melhor não esmorecem. Há quase 10 anos eu pude ouvir os sussurros da luta pela inclusão, a força e a coragem dessas pessoas que não se deixam calar. Digo não a qualquer tipo de exclusão que prive as pessoas de serem gente”, reitera, a gerente do CAPS-AD Doutor Antônio Carlos Escobar, Laíse Bulhões.

Até o dia D (18.05) iremos abordar informações e esclarecimentos sobre as ações de saúde mental no município para as coordenações. “É fundamental avançarmos no respeito às pessoas com sofrimentos mentais, é preciso aceitar as diferenças e promover espaços de inclusão para essa população”, afirma a coordenadora de Saúde Mental de Olinda, Flávia Roberta.

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