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Saúde realiza oficina sobre atendimento a transexuais e travestis nas comunidades de Olinda

Os agentes comunitários de endemia receberam orientação de como abordar e tratar os travestis e transexuais dentro das unidades de saúde

Publicado por: Secom, em: 09/09/11 às 14:50
A militante LGBTT Chopelly Glaudystton na palestra dirigida aos agentes comunitários de endemias. Foto: Secretaria de Saúde de Olinda

A militante LGBTT Chopelly Glaudystton na palestra dirigida aos agentes comunitários de endemias. Foto: Secretaria de Saúde de Olinda

Melhorar a relação entre os agentes de combate às endemias (ACE) de Olinda e os travestis e transexuais. Esse foi o tema da palestra realizada na manhã de segunda-feira (06), no auditório da Policlínica João Barros Barreto. O evento contou com a presença da secretária executiva da Organização Não Governamental de Articulação e Movimento para Travestis e Transexuais de Pernambuco (AMOTRANS), Chopelly Glaudystton.

Cerca de 43 agentes receberam orientação de como abordar e tratar os travestis e transexuais dentro das unidades de saúde. O objetivo também foi para que os profissionais de saúde aprendam a lidar com as diferenças. Com isso, passarão a ter um melhor atendimento e sem discriminação.

“Apesar de fazer parte da realidade, ainda há preconceitos da sociedade. Os travestis de Olinda estão nos subúrbios, e a porta de entrada está nos ACE’s”, disse Chopelly Glaudystton.

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