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Maracatu Nação, Maracatu Rural e Cavalo Marinho conquistam o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil

A decisão foi tomada nesta quarta-feira (03), durante a 77ª Reunião Deliberativa do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, realizada na sede do Instituto Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

Publicado por: adminolinda, em: 04/12/14 às 18:00
Maracatu Nação, Maracatu Rural e Cavalo Marinho: Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Fotos: Jan Ribeiro e Passarinho/Pref.Olinda - Magda Silva/Fundarpe

Fotos: Jan Ribeiro e Passarinho/Pref.Olinda – Magda Silva/Fundarpe

Um grande marco para a cultura brasileira. Nesta quarta-feira (03), o Maracatu Nação, conhecido como Baque Virado, o Maracatu Rural, chamado também de Baque Solto e a brincadeira popular Cavalo Marinho, receberam o titulo de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A decisão foi tomada durante a 77ª Reunião Deliberativa do Conselho Consultivo do Patrimônio de Cultural, que aconteceu na sede do Instituto de Patrimônio Histórico, Artístico Nacional (Iphan).

O título permitirá que as manifestações fiquem inscritas no livro Formas de  Expressão, garantindo assim o reconhecimento, a valorização e a salvaguarda destas expressões culturais.

Segundo a secretária executiva de Patrimônio e Cultura de Olinda, Clarice Andrade, a importância do título conquistado por estas manifestações é inegável. “É importante termos esse reconhecimento, visto que a partir daí, será dada uma nova e mais ampla visão a estas expressões da nossa cultura. É a valorização de manifestações que sobrevivem até hoje com seus mestres e encantos”, explica.

Olinda é sede de um dos mais consagrados Maracatus de baque virado, o Maracatu Nação Leão Coroado. Além disso, a Cidade Tabajara, também localizada no município, recebe todos os anos o tradicional Encontro de Cavalo Marinho, na Casa da Rabeca; e toda segunda-feira de Carnaval, também ocorre um encontro de agremiações de Maracatu Rural.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que avalia os processos de tombamento e registro, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arqueologia e arquitetura. Ao todo, são 23 conselheiros que representam instituições como o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), a Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Ministério da Educação, o Ministério das Cidades, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro dos Museus (Ibram), a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e mais 13 representantes da sociedade civil, com conhecimento nos campos de atuação do Iphan. As três manifestações foram eleitas por unanimidade.

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