“O supermercado precisa avaliar se aquele produto estava disposto em um local adequado e seguro. Quando não existe má-fé por parte do consumidor, o custo não deve ser repassado para ele”, explicou.Nildete também chama atenção para a forma como alguns estabelecimentos organizam produtos estratégicos para estimular o consumo, especialmente itens voltados ao público infantil. Segundo ela, é comum encontrar bolas, brinquedos, doces e objetos chamativos posicionados em locais de fácil acesso às crianças, como corredores e áreas próximas aos caixas. A gestora destaca que, no caso das bolas, por exemplo, além do estímulo à compra, o próprio produto pode provocar acidentes e até a quebra de outras mercadorias dentro do supermercado. Por outro lado, o Procon reforça que existe diferença entre quebra acidental e consumo do produto dentro do estabelecimento. Nos casos em que o consumidor utiliza, abre ou consome deliberadamente um item antes de passar pelo caixa, o pagamento deve ser realizado normalmente.
Procon Olinda orienta consumidores sobre direitos em supermercados e reforça atendimento à população
Quem nunca passou por um aperto no supermercado? Produto com preço diferente na prateleira, item vencido ou até um acidente de derrubar alguma mercadoria sem querer. Em Olinda, o Procon municipal reforça que o consumidor possui direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor e que, em muitos casos, a população pode procurar atendimento gratuito para orientação e resolução dos problemas.
O serviço funciona no Shopping Patteo, localizado na Rua Carmelita Muniz de Araújo, 225, em Casa Caiada, com atendimento das 8h às 20h.
De acordo com a gestora do Procon Olinda, Nildete Bandeira, uma situação bastante comum é quando o consumidor quebra algum produto acidentalmente dentro do estabelecimento. Segundo ela, não há obrigação automática de pagamento.



