O ato lembrou a importância da data 21.01 que foi incluída no calendário cívico da união pela Lei 11.635 de 2007, para lembrar o falecimento da Iyalorixá Mãe Gilda, do Terreiro Axé Abassáde Ogum, na Bahia que foi vítima de violência. Acusada de charlatanismo, teve sua casa atacada e pessoas da comunidade foram agredidas e a representante morreu logo depois de infarto.
Pai Ivo de Xambá, ressalta que a intolerância é sentida na pele até hoje por eles, quando ocorre invasão nos terreiros ou quando saem com suas guias pelas ruas.
A Coordenadora Étnico Racial de Olinda,Janacy Mendes reforça a importância de quem sofrer “racismo religioso” ou souber de alguém que tenha sofrido denunciar. “As pessoas podem ir na coordenadoria Étnico Racial diretamente e denunciar e nós encaminhamos como fazer a denúncia e também oferecemos orientações, palestras, o que for preciso. E as denúncias também podem ser feitas pelo disque 100, de forma anônima”, explicou.



