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Tecnologia viabiliza serviços e ameniza efeitos do isolamento social

Profissional da área faz análise sobre as vantagens dos recursos digitais na educação e economia

Publicado por: Redação da Secom, em: 01/06/20 às 21:03

Nesta fase de confinamento, após o decreto da pandemia mundial da Covid-19, a tecnologia tem desempenhado um papel fundamental no dia a dia das pessoas. As ferramentas de interação não só passaram a auxiliar como meio facilitador, mas, principalmente, como recursos essenciais para viabilizar os produtos de primeira necessidade. É o que afirma o diretor de Tecnologia da Secretaria de Patrimônio, Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico de Olinda, Cláudio Nascimento.

Ele diz ainda que, este é um ótimo momento para refletir de forma coletiva sobre as questões tecnológicas e que possamos fazer uso consciente das ferramentas digitais a serviço da humanidade. “Foi preciso um vírus causar mudança de comportamento no mundo todo para entender que a tecnologia não é um fim, mas um meio para amenizar os efeitos negativos do distanciamento social e seus respectivos impactos”, revelou.

O uso da tecnologia tem encurtado distância por meio da comunicação digital. Mais que isso, tem viabilizado o processo das atividades educacionais com o uso de ferramentas que possibilitam aulas remotas, num modelo já adotado na rede municipal de Olinda. Além disso, a Prefeitura tem disponibilizado outros serviços à população, como o atendimento ao contribuinte e ao empreendedor. Tudo de forma online, sem que seja necessário o deslocamento das pessoas.

Cláudio Nascimento, que também é conselheiro do Núcleo de Gestão do Porto Digital do Recife, defende que a partir de agora o consumo de produtos e serviços por meio do uso da tecnologia vai movimentar uma cadeia de negócios que gera renda e estabelece uma relação direta e mais sincera entre o consumidor e o pequeno empreendedor do bairro, por exemplo.

“Antes, o desenvolvimento estava associado a pagar uma conta no banco por meio do uso do aplicativo e da internet. Hoje, o pequeno comerciante oferece produtos básicos como água, gás de cozinha, frutas e até uma lista de itens de supermercados. Tudo pode ser adquirido sem a necessidade de sair de casa, preservando a saúde e a vida nesse momento crítico atual”, completou.

Por fim, o diretor de tecnologia revelou que essa mudança de comportamento, provocada pela pandemia, nos dão responsabilidade de interpretar, inovar e reduzir as desigualdades. “As cidades do futuro têm o dever de serem mais justas e inclusivas e que a tecnologia tem o papel fundamental na geração de novas oportunidades”, finalizou.

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